Vereadora Leide: abril 2011
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SECRETARIA DO AMBIENTE FECHA LIXÃO CLANDESTINO EM DUQUE DE CAXIAS

A área vinha recebendo 50 caminhões por dia, com aproximadamente 300 toneladas de lixo

A Coordenadoria de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca) da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) realizou na manhã 19/04 operação no Município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, para fechar um lixão clandestino no bairro de Jardim Gramacho.

A área embargada, com cerca de 47 km2, fica ao lado do aterro controlado de Gramacho, e vinha recebendo 50 caminhões por dia, com aproximadamente 300 toneladas de lixo, o que provocava o progressivo aterro de um manguezal às margens da Baía de Guanabara.

Liderados pela secretária estadual do Ambiente, a equipe de agentes da Cicca, do Instituto Estadual do Ambiente, do Batalhão Florestal da PM e do 15º. Batalhão de Polícia Militar cercaram a área, começando hoje mesmo a afixar trilhos de trens, de forma vertical, nas entradas do lixão, para evitar a continuidade da circulação de caminhões e outros veículos transportando lixo. Além disso, após cercada com mourões e arame farpado, para proteger o que resta de manguezal, a área do lixão passará por recuperação ambiental.

“Já estivemos aqui em janeiro de 2010, quando o secretário Carlos Minc era ministro do Meio Ambiente, realizando operação semelhante. Na época cercamos 5 km de área para impedir a entrada irregular de lixo extraordinário, mais os caminhões sempre encontram uma nova rota. Agora colocaremos mais 3 km de cerca, fechando por completo a área”, disse o coordenador da Cicca, José Maurício Padrone.

À frente da operação de hoje, o secretário explicou que o lixo extraordinário é aquele que não pode ser retirado pela Comlurb, e que por isso grandes estabelecimentos, como supermercados, devem contratar empresas particulares de coleta de resíduos sólidos para despejá-lo no Aterro Sanitário de Adrianópolis, em Nova Iguaçu, o único no estado licenciado para receber este tipo de lixo.

Segundo o secretário, depois de retirado o excesso de lixo, a área será aterrada e a vegetação voltará a ocupar sua área original: “O bairro de Jardim Gramacho foi construído em área de manguezal. Desobstruindo o local e cobrindo de areia, conseguiremos recuperar a região. Basta ver a área que cercamos em 2010. O mangue já ocupou quase todo o local que antes tinha sido transformado em lixão”.

“Pensamos a desativação de forma articulada, dialogando com os catadores, os setores públicos e privados. Criamos dois fundos para assistir os catadores e suas famílias: um para revitalização do bairro e outro em prol da capacitação dos catadores. Ambos contam com recursos repassados pela empresa Novo Gramacho, que explora o gás metano captado no Aterro de Gramacho. O primeiro receberá valores da venda de créditos de carbono oriundos da captação dos gases, pelos próximos 14 anos. Já o segundo contará com R$ 1.200 por ano. Alguns catadores serão reaproveitados no galpão de São Sebastião, de reciclagem de lixo, na Cidade do Rio de Janeiro.”

Claudia Alessandra, funcionária de uma firma de limpeza privada, que passou quatro anos da sua vida trabalhando no Aterro de Gramacho, contou que criou sua filha, na época com três anos, com o que retirava do lixo: “Foram os piores anos da minha vida. Eu vivia no meio de ratos e urubus e de todo tipo de praga. Mas tirei o meu sustento e o da minha família dali”.

As condições insalubres da região também têm sido alvo do debate da comissão: “Solicitamos um estudo à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e à Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) mapeando as possíveis epidemias na área”, afirmou o secretário.

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DUQUE DE CAXIAS GANHA MAIS UM PONTO DE INTERNET GRATUITA

Ampliação do programa Rio Estado Digital chega a Parada Angélica. Em maio, será a vez de Campos Elísios e Pilar

Depois de chegar ao centro e aos bairros de Parque Lafaiete, Vila São Luiz, Vila Ideal, Gramacho, Olavo Bilac, Vila Centenária, Pantanal e Imbariê, o município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, ganhou mais um ponto do Rio Estado Digital, programa de internet gratuita e sem fio da Secretaria de Ciência e Tecnologia. O sistema wi-fi foi inaugurado na manhã deste sábado pelo secretário Alexandre Cardoso em Parada Angélica, distrito da cidade.

Campos Elísios e Pilar serão os próximos bairros de Duque de Caxias a receberem um ponto do projeto Baixada Digital, uma vertente do programa Rio Estado Digital. O sistema já cobre boa parte da região desde dezembro de 2009. Hoje, ele atende parcialmente mais seis cidades: São João de Meriti, Belford Roxo, Nova Iguaçu, Mesquita, Nilópolis e Magé.

– Hoje, em nome do governador Sérgio Cabral, criamos aqui em Parada Angélica mais um pólo de conhecimento. A garotada vai poder acessar a internet e quando for preciso, as pessoas poderão pesquisar o que quiserem gratuitamente. Estamos dando mais um passo para levar internet em banda larga gratuita a todo o estado, especialmente nos lugares mais carentes e distantes. O governador disse, em sua recente viagem aos Estados Unidos, que o Estado do Rio será o primeiro do país a ser todo digital. Estamos trabalhando para isso – enfatizou Cardoso.

Em Parada Angélica, o programa vai beneficiar cerca de 20 mil moradores. Foi instalada uma antena móvel na Praça Afonso David, a principal do distrito, onde há cerca de 120 comerciantes, e mais quatro no teto do Ciep 407 Neuza Goulart Brizola, que fica próximo à praça, com 1,5 quilômetro de raio de cobertura para acesso residencial.

Moradores elogiam programa do Governo do Estado

Dona Lúcia Doroty Wendling, alemã que mora há 20 anos em Parada Angélica, é uma das primeiras pessoas inscritas no curso que será ministrado durante um mês no quiosque da Faetec. Três monitores vão ensinar como usar o computador e como acessar e navegar na internet. O quiosque vai funcionar das 8h às 20h, de segunda a sábado, e até às 12h no domingo. Dona Lúcia, 68 anos, que jamais usou um computador, está vibrando com a oportunidade de conhecer o vasto e multifacetado universo virtual.

– É bom aprender para poder conversar com minhas amigas e falar com meus familiares na Alemanha e no Sul do Brasil. Mas também quero procurar receitas, enfim, um monte de coisas. E de graça, então, não podia ser melhor. Estamos esperando isso aqui há um tempão – aplaudiu a dona de casa.

Os moradores de Parada Angélica, por causa da distância dos centros de Duque de Caxias e do Rio, têm dificuldade para saber a programação de cinemas, teatros e shows, entre outras necessidades. O acesso a essas e outras informações, com a internet gratuita, fica mais fácil. Basta ter um computador e comprar uma antena de grade, que custa no mercado entre R$ 100,00 e R$ 150,00, para se aproximar deste mundo tão distante.

– O acesso gratuito vai ajudar muita gente aqui. Muitos até têm computador e sabem usá-lo, mas nem todo mundo tem condições de pagar por uma operadora de sinal de internet. Mesmo quem tem, pode usar este dinheiro para outras necessidades – argumentou outra inscrita no quiosque, Cláudia Maria Félix Fanelli.

No quiosque há nove computadores – oito convencionais e um transformado de máquina caça-níquel, pela primeira vez instalado num núcleo do programa para servir de modelo. A sala é climatizada e fica bem no centro da pracinha principal de Parada Angélica. A previsão é beneficiar as comunidades de Vila Esperança, Vila Araci, Getúlio Cabral, Parque São Cristóvão, além de parte de Santa Luiza.

De acordo com o coordenador técnico do projeto, Emerson Alencar, o sinal wi-fi é captado em alta velocidade por ondas de rádio em um arco de 360 graus, atingindo grande parte da região. Moradores poderão captá-lo por meio de celulares, laptops ou desktops com placa de rede sem fio instalada. Agora, sua equipe vai mapear as áreas de sombras da área, para que sejam instaladas antenas que permitam a chegada do sinal aos imóveis sem acesso direto às antenas do programa.

Programa começou em 2008 e tem hoje cobre áreas do Rio e da Baixada

O Rio Estado Digital, que conta com suporte de universidades e do IME, começou no fim de 2008. Hoje, ele atende as comunidades de Santa Marta, Cidade de Deus, Manguinhos (condomínio do PAC), Pavão-Pavãozinho/Cantagalo e Rocinha, além de corredores importantes do Rio, como a orla da Zona Sul, as avenidas Brasil, Presidente Vargas e Duque de Caxias (Vila Militar), a Rua Teresa (Petrópolis) e sete municípios da Baixada. Durante o Carnaval de 2010 e deste ano, o Rio Estado Digital também conectou a Marquês de Sapucaí.

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Remédios de graça para Hipertensos e diabéticos


O programa Farmácia Popular oferece, desde 2004, descontos de até 90% para 108 tipos de medicamentos. A diferença é que, a partir do dia 14, os medicamentos para diabetes e hipertensão do programa passam a ser gratuitos.

Clique Aqui e confira a lista de todos os medicamentos do programa Farmácia Popular; o arquivo está em formato PDF remédios

De acordo com o Ministério da Saúde, para se ter acesso aos remédios gratuitos, é preciso apresentar, em uma farmácia conveniada, o CPF, um documento com foto e a receita médica, seja de médico da rede pública, seja de médico particular.

Não há, de acordo com o ministério, uma lista específica de medicamentos que podem ser retirados de graça nas farmácias. O paciente precisa verificar se a drogaria fornece o remédio prescrito pelo médico. O atendimento dependerá da disponibilidade do medicamento na farmácia.

Segundo dados do governo, cerca de 33 milhões de pessoas no Brasil sofrem de hipertensão e outras 7,5 milhões, de diabetes.

Fraldas geriátricas.

O Ministério da Saúde informou ainda que fraldas geriátricas também foram incluídas no programa Farmácia Popular, mas não serão gratuitas.

De acordo com o ministério, para a aquisição de fraldas geriátricas pelo programa, será necessária a apresentação de um laudo ou atestado médico que indique o tipo de fralda que o paciente necessita.

No site do ministério, está disponível uma lista de 36 modelos de fraldas geriátricas incluídas no programa Farmácia Popular

Clique Aqui e leia a lista de 36 modelos de fraldas geriátricas o arquivo está em formato PDF.

Duvidas Freqüente.

1. O que eu preciso para adquirir o medicamento pelo Aqui Tem Farmácia Popular?

Para ter acesso ao medicamento, o cidadão precisa comparecer ao estabelecimento credenciado portando CPF próprio, receita médica válida e documento com foto.

2. Será aceito qualquer tipo de receita?

A receita deverá ser prescrita por um profissional médico e vale tanto para médico particular quanto para médico do SUS. A validade das receitas varia da seguinte forma: anticoncepcionais – 1 ano; demais medicamentos e fraldas geriátricas – 120 dias.

3. Em caso de menores de idade, como é feita a compra do medicamento?

No caso de menores, pode-se aceitar o CPF dos pais, até providenciar um próprio. Ressalta-se que existe limite por CPF para aquisição de medicamentos neste Programa. Na falta do CPF, o cidadão deverá providenciar a emissão do mesmo para a aquisição do produto.

4. Caso o paciente esteja impossibilitado de comparecer à farmácia ou drogaria, como fazer para adquirir o medicamento ou a fralda?

Fica dispensada a obrigatoriedade da presença física do paciente, titular da prescrição médica e/ou laudo/atestado médico, quando se enquadrar na seguinte condição: incapacidade nos termos dos art. 3º e 4º do Código Civil; desde que comprovado. Nesse caso, a dispensação somente será realizada mediante a apresentação dos seguintes documentos:

a) do paciente, titular da receita, CPF, RG ou certidão de nascimento; e

b) do representante legal, o qual assumirá, juntamente com o estabelecimento, as responsabilidades pela efetivação da transação: CPF e RG.

Considera-se representante legal aquele que for:

a) declarado por sentença judicial;

b) portador de instrumento público de procuração que outorgue plenos poderes ou poderes específicos para aquisição de produto de higiene pessoal junto ao Programa; ou

c) portador de instrumento particular de procuração com reconhecimento de firma, que autorize a compra de produto de higiene pessoal junto ao Programa.

5. A farmácia ou drogaria vai reter minha receita?

Não. O estabelecimento irá providenciar uma cópia de sua receita para arquivamento em cada compra.

6. Preciso assinar algum documento no ato da aquisição?

Sim, o estabelecimento deverá emitir 02 vias do Cupom Vinculado, além do Cupom Fiscal, onde o usuário deverá assinar e ficar com 01 via de cada. A outra permanece na farmácia.

7. Os usuários que não assinam poderão adquirir os produtos da Farmácia Popular?

Para usuários comprovadamente analfabetos, será aceito a digital nos Cupons Vinculados e a farmácia irá providenciar uma cópia da identidade para comprovação, desde que o próprio paciente compareça ao estabelecimento credenciado.

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